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Testemunhos

As nossas acções de responsabilidade social, têm um impacto positivo e a opinião sobre os projectos colocados em prática por parte dos intervenientes é fundamental para nós. Consulte aqui alguns testemunhos. 

 
 

A Acreditar – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro www.acreditar.org.pt é uma IPSS constituída em 1994 como resultado de uma mobilização nacional dos pais das crianças utentes dos serviços de oncologia pediátrica do país. Desde o início a Acreditar é formada por 4 núcleos regionais, representando os diversos serviços de oncologia pediátrica existentes no país: o Norte, o Centro, o Sul e a Madeira.

O grande objetivo da Associação é que todas as crianças com cancro tenham as mesmas oportunidades, não só de sobrevivência, mas também de conquistar a saúde psicológica e física e crescerem tornando-se adultos de pleno direito.

As Casas Acreditar (norte, centro e sul) visam o acolhimento a título gratuito das famílias de crianças/ jovens com cancro até aos 25 anos residentes fora da região do hospital onde são seguidas, durante os períodos de tratamento ambulatório. Desta forma, pretende-se evitar o alargamento desnecessário dos períodos de internamento e/ou a instalação destas famílias em condições precárias e não adaptadas.

Estes equipamentos têm como objectivo, ser a casa de todos os que estão deslocados e simultaneamente funcionar como um espaço de acolhimento e recobro, num ambiente confortável e familiar, depois das longas horas passadas no Hospital entre os exames e os tratamentos. A presença da família e a criação de um espaço onde a vida familiar destas crianças se possa reorganizar são fundamentais neste processo longo e doloroso sendo, só por si, um factor de coesão, segurança, conforto e optimismo que ajuda a enfrentar a enorme pressão e angústia a que estas crianças e suas famílias são submetidas.

 

Vivendo exclusivamente de donativos, das quotas dos seus associados e do trabalho voluntário, a Acreditar depende largamente da consciência social e do empenhamento solidário de particulares e empresas, para a obtenção de bens e serviços indispensáveis à sua atividade. Sensível a esta situação a GRENKE juntou-se a Acreditar através de uma ação solidaria que reuniu o montante de 1. 817,00€ e  que se destina a apoiar o funcionamento da Casa Acreditar do Porto  que já apoiou 42 famílias  desde a sua abertura no ano de 2017.

 

Por tudo isto e muito mais, queremos expressar o nosso Muito Obrigada a toda a equipa da GRENKE pelo reconhecimento e a confiança!

 

Maria Antonieta Reis // Coordenadora do núcleo do Norte da Acreditar

 

 Sol sem Fronteiras (Solsef) é uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), nascida em 1993. Ao longo de 25 anos de história, a Solsef tem promovido os ideais de fraternidade e solidariedade, apoiando projetos de desenvolvimento e promoção humana, prioritariamente com crianças e jovens de países lusófonos.

 

A Solsef vai além-fronteiras com ações de Cooperação Internacional, nas áreas da saúde e educação, e com projetos de Voluntariado Internacional. Em Portugal, na Educação para o Desenvolvimento e a Cidadania Global, procuramos sensibilizar e formar a sociedade para os valores da solidariedade e da equidade. 

 

O apoio da GRENKE reverte para o projeto Aprendizagem Inclusiva-Apoio ao desenvolvimento de capacidades do Centro Educacional Irmã Valdelícia (no setor de Contuboel, na Guiné-Bissau), através a adquisição de materiais necessários para construir o refeitório e a cozinha escolares (obtidos diretamente na vila para, assim, também dinamizarmos a economia local). O projeto, cofinanciado pelo Instituto Camões I.P., visa contribuir para o desenvolvimento do sistema educativo no setor de Contuboel, em vinculação com o contexto comunitário, desde uma ótica inclusiva.

 

O nosso muito obrigado à GRENKE pelo seu contributo, para juntos tecermos uma rede de solidariedade livre de fronteiras,

 

Juntos fazemos o Sol Nascer para Todos. 

 


Sofia Leite // Vice-presidente da Sol sem Fronteiras

 

 

O Nô Djunta Mon (que significa “juntemos as mãos” em crioulo da Guiné-Bissau) é um projeto de voluntariado para a cooperação do ISU – Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária, realizado em Cabo Verde e na Guiné-Bissau. As áreas de intervenção passam pela educação e desenvolvimento comunitários. O trabalho de formação desenvolvido pelos voluntários, em conjunto com os parceiros locais, passa pela capacitação dos públicos com as quais o ISU trabalha. Além disso, existem outras prioridades neste projeto: o apelo a uma experiência partilhada e vivida em grupo, uma vivência intercultural e o desenvolvimento pessoal do voluntário.
A GRENKE financiou a totalidade do projeto, tornando possível a formação de 33 técnicos e animadores em animação comunitária e de 30 técnicos em metodologias de projetos na Guiné-Bissau. O apoio da empresa facilitou o acesso de quatro jovens formadores a uma experiência única, que os tornará cidadãos mais ativos e mais conscientes sobre as desigualdades e as assimetrias do mundo atual.
Além do projeto Nô Djunta Mon, o ISU promove outros projetos (de longa duração), em Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Cabo Verde. Um dos objetivos destes projetos é contribuir para o desenvolvimento da cooperação em áreas como a educação e formação, agricultura, associativismo e língua portuguesa, em articulação com diversos parceiros, de forma multiplicadora e sustentável.

Cátia Lopes // Coordenadora do projeto Nô Djunta Mon, ISU - Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária

 

A the big hand é uma organização não-governamental para o desenvolvimento que através de um modelo centrado na criança constrói escolas, investe em equipamentos comunitários, aposta na formação de professores e desenvolve, em parceria com os agentes locais, programas inclusivos que visam proteger e preparar as crianças para os desafios da vida em estreita ligação com a comunidade onde vivem.
Em Moçambique, local onde the big hand opera, cerca de 35% das crianças em idade escolar não têm acesso ao ensino, mais de 30% da população é analfabeta e 70% das escolas não têm saneamento básico. Mais: cerca de 3 milhões de crianças são órfãs (registadas). Uma realidade que penaliza milhares de crianças mas que será diferente para as centenas de crianças que habitam nas quatro comunidades onde o programa da the big hand, Escola-Amiga, está a ser desenvolvido. O programa, financiado pela GRENKE, tem como objetivo a requalificação e construção das escolas primárias onde as crianças são tratadas com dignidade e respeito pelos seus direitos, garantindo-lhes acesso a proteção, nutrição, água, saneamento, saúde, abrigo, informação e educação de qualidade que lhes permita atingir todo o seu potencial e dessa forma contribuírem para a sua comunidade e para um mundo melhor!
Em nome de todas estas crianças, o nosso muito obrigado à GRENKE, à sua equipa e aos seus responsáveis, pela atitude, coragem e profissionalismo.


David Fernandes // the big hand

 

A Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha do Lumiar, em parceria com o Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar e o Programa K´Cidade, encontram-se a desenvolver o projeto Curso de Alfabetização de Adultos. Este projeto pretende responder às necessidades sentidas a nível das baixas qualificações da população residente na Alta de Lisboa, resultantes do abandono escolar precoce e consequentemente responsável por percursos de pobreza e exclusão social. Deste modo, pretende-se proporcionar o desenvolvimento de competências a nível de escrita e leitura, cálculo matemático, valorizando as vivências dos próprios formandos.
A GRENKE ao cofinanciar este projeto possibilitou no ano letivo de 2010/2011 a formação de 35 alunos, divididos em duas turmas, com impactos significativos na gestão da sua vida quotidiana e com imensa vontade de continuar no ano letivo de 2011/2012, de forma a consolidar os conhecimentos adquiridos.

Carla Pousinho // Coordenadora de projetos da Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha do Lumiar

 

A delegação da Cruz Vermelha do Montijo tem como uma das principais missões ajudar pessoas carenciadas em todo o concelho do Montijo, fornecendo géneros alimentares e vestuário. Como somos uma instituição sem fins lucrativos e com poucos recursos financeiros, dependemos essencialmente da boa vontade de instituições e empresas que connosco colaboram. A GRENKE passou a pertencer ao grupo de empresas beneméritas que com os seus donativos contribui de forma inequívoca para o sucesso da nossa missão, contribuindo assim para o bem-estar de cerca de 150 famílias, por nós apoiadas. Bem hajam!

Luís Cristão // membro do Conselho Consultivo da Cruz Vermelha